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Praça da Sé | |||
Da Sé que começou a nascer em 1.588, quando se instalou ali a Câmara de São Paulo, nada mais resta a não ser registros em livros. Ao longo dos séculos, a praça sofreu alterações, destruições e reconstruções.
A própria denominação de praça só começou a ser utilizado por volta de 1.911, ano em que teve início a construção da atual Catedral da Sé, só inaugurada - sem as torres, concluídas em 69 - em 1.954. Antes, foi Páteo e Largo, sempre abrigando um igreja modesta . Com a Catedral, a praça passou a ser um ponto de encontro, comércio e trânsito intensos. Na primeira metade deste século, foi o local preferido para a realização de comícios e manifestações políticas: as idéias da Revolução de 32 surgiram nas escadarias da igreja, palco de grandes oradores. Em torno da praça, damas com longos vestidos e cavalheiros de terno e chapéu se reuniam nos cafés, apreciando o movimento dos bondes. A cidade cresceu, as pessoas mudaram, São Paulo se transformou numa megalópole. E a década de 70 trouxe a última e mais radical mudança da praça. A chegada do metrô transformou a Sé numa superpraça que engoliu a vizinha praça Clóvis Bevilacqua para abrigar a principal estação da cidade. Foi preciso demolir o velho Teatro Santa Helena, implodir o edifício Mendes Caldeira, arrasar um quarteirão inteiro. Em troca, o marco zero ganhou o realce de uma alameda de palmeiras imperiais, que ganharam maior destaque em 98, quando foram retirados os camelôs que ocupavam toda a área; o espelho d'água realça o conjunto arquitetônico formado pela Catedral e o Palácio da Justiça. Conteúdos relacionados Largo Arouche | Largo do Riachuelo | Largo São Francisco | Largo São Bento | Praça da República | Rua Direita | Barão de Itapetininga |
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